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Mente sã e corpo são: Estudo dá dicas como ficar bem

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O filósofo romano Juvenal foi o primeiro a fazer a relação entre “mente sã, corpo são”. Agora, um novo estudo da Universidade de John Hopkins releva uma possível explicação bioquímica por trás desta observação milenar.

 

Publicada na edição da revista “Proceedings of the National Academy of Sciences” (Pnas), a pesquisa comprova que a mesma proteína já conhecida por atuar na saúde mental — como antidepressivo, melhorando a memória e o aprendizado, nutrindo os vasos sanguíneos e estimulando o crescimento de células nervosas — também tem um papel central em manter a vitalidade do músculo cardíaco.

 

Os experimentos realizados em camundongos mostram que a proteína — um fator de crescimento nervoso chamado BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro) — ajuda a manter a capacidade das células musculares do coração de se contrair e relaxar corretamente. O resultados revelam ainda que a deficiência de BDNF pode levar a uma disfunção do músculo cardíaco, especialmente em condições de estresse físico crônico ou repetido do coração, como o treinamento de resistência ou pressão arterial elevada.

 

Se o mesmo processo for confirmado em humanos, a descoberta poderá abrir caminho para novos tratamentos de algumas formas de insuficiência cardíaca, um distúrbio que afeta quase seis milhões de americanos e mais de 23 milhões de pessoas no mundo.

 

 

Além disso, devido ao efeito conhecido da proteína na saúde mental, os pesquisadores sugerem uma possível relação bioquímica entre a depressão e a doença cardíaca, dois distúrbios que tendem a ocorrer conjuntamente, mas cuja relação continua pouco compreendida.

 

— Nossos resultados não são apenas uma lembrança da enorme complexidade da química do coração e de sua fisiologia, mas também um ótimo exemplo da capacidade de uma única proteína agir em múltiplas frentes e afetar muitos órgãos e funções — afirmou o coordenador da pesquisa, Ning Feng, cardiologista da Escola Médica da universidade.

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