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Dieta da fertilidade: Ajuda casais a engravidar

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Mudanças nos hábitos alimentares promovem o bom funcionamento dos sistemas reprodutivos de homens e mulheres

 

A ‘dieta da fertilidade’ pode auxiliar homens e mulheres a alcançar a tão sonhada gravidez. No caso delas, passar a consumir alimentos saudáveis ajuda a preparar mais rápido o corpo para a gestação. Bem nutridas, elas melhoram a produção dos hormônios, o que por sua vez influencia nas funções ovulatórias. Para os homens, a alimentação adequada produzirá melhores espermatozoides, evitando doenças congênitas. A dieta deve vir acompanhada, claro, de outros hábitos saudáveis, como evitar o tabaco e o excesso de álcool.

 

O estilo de vida que cada um leva é condicionante decisivo para a saúde. Quando o assunto é “ter um bebê” há que se revisar esses pontos da vida, como o estresse, o sedentarismo, as rotinas profissionais, as doenças neurológicas como a ansiedade e, fundamentalmente, os hábitos alimentares, que muitas vezes não recebem as devidas atenções. Uma dieta adequada contribui para reduzir a fadiga, o sono excessivo, os problemas de articulação, as dores abdominais, além de melhorar o humor e a energia.

 

“Algumas mudanças na alimentação do dia a dia podem, de fato, equilibrar o bom funcionamento do organismo como um todo, o que impacta diretamente na capacidade reprodutiva de ambos os sexos”, alerta a Dra. Michele Panzan, especialista em reprodução humana da unidade Campinas do Grupo Huntington Medicina Reprodutiva. Aproximadamente 280 mil casais no Brasil convivem com problemas de infertilidade, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde. Apesar de suas inúmeras causas, não se pode ignorar a influência da dieta neste cenário.

 

Vegetarianos

 

Homens e mulheres vegetarianos também precisam rever as regras alimentares na época em que decidirem engravidar. O ideal é procurar um médico ou nutricionista para avaliar bem a situação. “Pode haver a necessidade de compensar a carência de alguns nutrientes. Mulheres vegetarianas, por exemplo, costumam apresentar deficiência de zinco, importante mineral para a função reprodutiva que pode ser encontrado em ostras, carne vermelha, fígado de galinha e feijão”, afirma a médica.

 

O que evitar?

 

Para que o organismo não sofra os efeitos de uma alimentação desequilibrada, é preciso ter alguns cuidados. O sal em excesso e os temperos prontos, por exemplo, prejudicam a circulação sanguínea, aumentam a retenção de líquidos e, consequentemente, resultam em toxinas acumuladas. Produtos industrializados e prontos como congelados, hambúrgueres e pizzas devem ser evitados, pois são ricos em sódio e deficientes em vitaminas, minerais e antioxidantes, importantes e fundamentais para a fertilidade.

 

Boas fontes para fertilidade

Abaixo, a especialista mostra o efeito de minerais e vitaminas no aparelho reprodutor masculino e feminino, assim como em quais alimentos podemos encontrá-los:

 

Licopeno - Antioxidante muito estudado porque atua na regulação hormonal dos ovários, o que pode colaborar na regulação do ciclo ovulatório.

Alimentos: tomate, caqui, pitanga, morango, melancia, goiaba vermelha.

 

Ômega 3 e 6 - Ação anti-inflamatória e  proteção  do aparelho reprodutor feminino.

Alimentos: azeite, oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, semente de abóbora, macadâmia, etc), linhaça; peixes (salmão, atum, sardinhas, anchovas).

 

Vitamina E - Melhora as funções do endométrio e do útero, e aumentam a vascularização da região. Para o homem esta vitamina melhora a qualidade dos espermatozoides.

Alimentos: oleaginosas, grãos integrais, óleos vegetais, grão de soja, couve, agrião, azeitonas, leite enriquecido.

 

Ferro - Importante para a formação dos glóbulos vermelhos. Em baixa, há o prejuízo da circulação sanguínea, o que prejudica a ovulação e pode estar relacionado ao mau desenvolvimento do feto.

Alimentos: carne, vegetais verdes escuros, leguminosas.

 

Zinco - Mineral importante para o casal, pois ele é fundamental na produção dos espermatozoides e contribui com os hormônios femininos.

Alimentos: nozes, carne bovina, gérmen de trigo, ostras, feijão.

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