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Ler é uma viagem: Conhecer o mundo sem sair do lugar

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*Sandra Rosenfeld

 

Outro dia, conversava com uma amiga e ela me dizia que estava sem sono e que não tinha nenhum programa na televisão que a interessasse. Então, eu perguntei por que ela não lia um livro? E emendei, para mim, este é um dos melhores programas que existe. 

 

Realmente, eu amo ler, livros são excelentes companheiros. Quando, por acaso, meu tempo anda curto e chego cansada em casa, aquele cansaço que só queremos um banho e a nossa cama, confesso que ainda assim sou capaz de pegar o livro da vez e ler, nem que sejam alguns parágrafos. Já quanto à televisão, às vezes, fico até sem graça nas conversas porque não assisto. Nada contra, mas entre ver televisão e ler um livro, prefiro mil vezes o livro.

 

Mas claro que não sou rígida nisso e acho ótimo assistir um bom filme quando bem-acompanhada e até mesmo sozinha. Sou uma boa companhia para mim rsrs.

Mas ler... é realmente uma viagem que pode ser exterior ou interior, dependendo do tipo de leitura. Já dei voltas ao mundo, já chorei, já dei gargalhadas, já fechei o livro só para pensar sobre uma frase ou um parágrafo específico, já escrevi muitos artigos baseados em livros que estava lendo. Já virei noite porque não conseguia parar de ler e, no outro dia, estava um caco literalmente. Mas quando se trata de ler, tudo vale a pena. Ah! Já desisti de sair com amigas porque o livro estava bom demais!

 

Comecei a interessar-me por leitura muito pequena, no primário, atual ensino fundamental e, modéstia à parte, lia bem, tanto que eu era convidada pelas professoras, "tias" na época, não sei se ainda chamam assim, para ler na frente da classe e ganhava prêmios, sim, corda de pular, livros, quebra-cabeças e olha que era escola pública que, naquele tempo, eram boas.

 

Como as professoras foram importantes para eu gostar cada vez mais de ler e de escrever!  Elas me incentivavam muito. Lembro de uma vez que minha professora chamou a diretora para me ver lendo, eu devia ter uns oito ou nove anos. Aquela atitude talvez tenha sido fundamental para que, hoje, eu seja escritora. 

 

Eram livros simples, mas sempre as histórias eram interessantes para a nossa idade. Não eram chatas, nem monótonas e era comum, pelo menos uma vez ou mais na semana, a professora fazer uma roda para ler algum livro e, depois, fazia-nos perguntas sobre a história ou ainda ia passando o livro de mão em mão e cada aluno lia um trecho. E assim, desde bem pequenos, íamos tomando gosto pela leitura e aprendendo a entender e interpretar os textos. Tudo tão simples, mas tão importante.

 

É verdade que, na minha família, havia artistas e escritores. Meu tio materno teve mais de onze livros publicados e meu avô, além de livros, foi o primeiro artista no Rio Grande do Norte a ganhar dinheiro com os quadros que pintava e hoje é matéria estudada nas escolas de lá. A genética ajuda, sim, mas um professor dedicado pode fazer toda a diferença em nossa vida.

 

Neste mês de outubro, no qual comemoramos o Dia do Professor, quero agradecer a todos os mestres que passaram pela minha vida e dedicar este artigo a todos os professores que, com certeza, são fundamentais para um futuro melhor em nosso país!

 

*Sandra Rosenfeld

 

Escritora e Palestrante. Terapeuta em Qualidade de Vida como Instrutora de Meditação, Executive e Personal Coach.

Autora dos livros “Durma Bem e Acorde para a Vida” e "O que é Meditação", ed. Nova Era / Record. 

Tels.: (21) 99628.6167 

contato@sandrarosenfeld.com.br

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