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Dormir Bem: Dicas para tratar transtornos do sono

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Conheça mais sobre os transtornos do sono

Os transtornos do sono podem se apresentar de duas formas: sono excessivo, como a narcolepsia, hipersônia associada à depressão ou menstruação, podendo agir em qualquer período do dia e sono escasso, na qual o indivíduo sente uma intensa sonolência durante o dia e não consegue dormir durante a noite, o exemplo mais popular é a insônia, que afeta 20 milhões de brasileiros.

“Outras alterações podem ocorrer devido ao estilo de vida, como, por exemplo, diferença de fuso horário em viagens internacionais, pois o cérebro mantém o horário do ponto de partida”, explica dr. Raimundo Nonato Rodrigues, vice-coordenador do Departamento Científico de Sono da Academia Brasileira de Neurologia (ABN). Confira a seguir os transtornos mais comuns.

Insônia

Ocorre devido a uma hiperatividade dos neurônios localizados na região que controla a vigília (ato de ficar acordado) e não cedem lugar ao sono. O indivíduo pode dormir por um curto espaço de tempo, mas pode acordar facilmente, pois a pressão dessa área está relacionada à sobrevivência humana e se mantêm sempre alerta.

Outro fator relacionado que prejudica indivíduos insones é o hábito de deitar sem sono e pensar em questões cotidianas e problemas, o que não facilita adormecer e ainda associa as duas atividades, retirando o bem estar de dormir.

 

Síndrome das pernas inquietas

Surge antes do início do sono e tem como responsável uma deficiência no funcionamento dos circuitos dopaminérgicos. Pode causar dificuldade de iniciar ou manter o sono, como as insônias, pois existe a necessidade de movimentar as pernas para adormecer e, assim, o início do descanso é postergado, com dificuldades para finalmente dormir.

Conhecida também como Doença de Willis-Ekbom, é mais frequente entre as 23h e 4h, causando privação do sono e dificuldades de manter um descanso de qualidade. 

“Muitas vezes, o paciente sente vergonha de contar ao médico que possui a síndrome, pois teme ser julgado como desequilibrado”, comenta dr. Nonato.

 

Apnéia do Sono

Surge em decorrência da fragilidade da musculatura das vias aéreas superiores, que possui uma tendência maior a entrar em colapso devido ao esforço respiratório. A consequência é uma fragmentação do sono, além de paradas respiratórias repentinas. Esses elementos favorecem alterações cardiometabólicas, como as arritmias cardíacas, obesidade, problemas de pressão arterial e diabetes.

 

Terror Noturno

Classificada como parassônia, esta condição atinge principalmente os jovens, e não está associada a sonhos. A criança desperta abruptamente, com o olhar esbugalhado, gritando e suada. Cessa também repentinamente sem que ela se recorde do que aconteceu. O fenômeno poderá retornar durante a adolescência, podendo então estar associado a uma doença psiquiátrica.

Diagnóstico e Tratamento

 

O diagnóstico dos transtornos do sono é feito pela anamnese, assim como entrevistas com pessoas próximas ao paciente, de preferência que durma perto, pois frequentemente essas doenças não são percebidas pelos pacientes. Por se tratar de sintomas ocorridos durante o sono, o paciente pouco sabe o que acontece.

 

“Não podemos afirmar que a polissonografia identifica a maioria dessas condições, pois sua principal função é o diagnóstico de apnéia do sono e, secundariamente, identificar a gravidade dos movimentos periódicos dos membros, que caracterizam 80% dos pacientes com síndrome das pernas inquietas”, esclarece dr. Nonato.

 

O tratamento é indicado conforme o diagnóstico, Em cada caso, é aplicado um tipo de conduta. Na apnéia, por exemplo, utiliza-se aparelhos de auxílio respiratório por pressão aérea positiva. Para insônia, são recomendadas terapias cognitivo-comportamentais, para a síndrome das pernas inquietas a reposição de ferro ou tratamento dopaminérgico e assim por diante.a mais receber nossos e-mails, cancele a sua inscrição.

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