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Granizo: Aprenda tudo sobre!

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A chuva é um fenômeno natural comumente admirado (ok. talvez alguns cabelos discordem). Cria aquela vontade de estar acolhido em casa, atualizando-se de novidades cinematográficas ou mesmo lendo um bom livro. Para além da calmaria, o fenômeno também nos surpreende quando do céu caem diminutas pedras de gelo: o granizo. Mas como isso acontece?

Correntes de ar ascendente, isto é, com movimento para cima, levam gotículas de água para regiões onde a temperatura é menor que 0°C. Essa temperatura é suficiente para transformar água em gelo. A força peso leva a estrutura congelada a cair e, durante a queda, juntar-se com novas gotículas de água. Outras correntes ascendentes mais fortes lançam esse pequeno complexo de água sólida e líquida a alturas mais elevadas, refazendo o processo de congelamento e gerando uma pedra de gelo ainda maior. O mesmo procedimento pode ocorrer mais vezes, o que explica a variação nos tamanhos de granizo. Em algum momento, a massa da estrutura será suficiente para despencar sem ser contida pelo fluxo de ar, e assim atingirá o solo. Isso justifica por que vemos pedras maiores em tempestades mais intensas, já que nestas os ventos são bem fortes e capazes de manter o granizo suspenso em alturas mais elevadas.

A formação de granizo não ocorre em todas as regiões do planeta, pois necessita de lugares com temperaturas relativamente elevadas e alto índice de umidade do ar. Esses quesitos são parte da receita na formação do único tipo de nuvem capaz de gerar os famosos pedaços de gelo: a cumulonimbus. Por essa razão, jamais foi registrada chuva de granizo nas áreas polares. 

O tamanho é extremamente variável, sendo comum a faixa de 0,5 a 5 centímetros de diâmetro. Na década de 1970, nos Estados Unidos, foi documentado um granizo com 14 centímetros de diâmetro e 740 gramas! Não é preciso ser físico ou meteorologista para imaginar a força do impacto que um sólido como esse causaria. Felizmente, trata-se de raridade para um fenômeno bem comum.

 * Por Juliana Carani e Raphael Borges, Biólogos formados na Universidade de Brasília. 

 juliana.carani@gmail.com

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