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Impactos Pecuária: Fique alerta!

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Os impactos ambientais gerados pela pecuária extensiva são inegáveis e o aumento da população humana contribui para a alta demanda de produtos de origem animal. Apesar de ser uma atividade econômica extremamente rentável para o país, alguns fatores como a erosão do solo, disponibilidade de água, desertificação, perda da biodiversidade do terreno, desmatamento, emissão de gases que aceleram o efeito estufa (GEE) são consequência dessa intensa atividade e causa preocupações para ambientalistas.

Primeiramente, a erosão é um grave problema que afeta muitas áreas. Consiste no desgaste do solo e das rochas, que ocorre por várias causas, entre elas, a pecuária. A erosão destrói o solo, levando seus nutrientes e sais minerais para camadas mais baixas do relevo. A vegetação, nesse contexto, exerce papel fundamental, pois não deixa o solo exposto e utiliza os materiais orgânicos para seu desenvolvimento. Se essa camada é retirada, o terreno pode sofrer o processo de desertificação, ou seja, o solo fica estéril e perde sua capacidade produtiva.

Não só a erosão é uma preocupação ambiental, como também a emissão de gases como o metano e óxido nitroso, classificados como gases que intensificam o efeito estufa (GEE). O gado se alimenta de capim, o qual é digerido no rúmen – que faz parte do sistema digestivo bovino – e é fermentado por bactérias ali presentes, e nesse processo há a emissão desses gases. Além disso, observa-se um alto consumo de água em atividades pecuárias.

Por outro lado, sabe-se que as pastagens realizam a remoção de dióxido de carbono e sequestro de carbono da atmosfera, e a produtividade pecuária - medida através do número de animais por hectare – sofre influência direta da qualidade das pastagens, já que boas condições de pasto geram mais alimento, fazendo com o que o gado ganhe mais peso. 

 É evidente que este não é o único fator que propicia a produtividade, mas o melhoramento genético animal, correção do solo, manejo reprodutivo e sanitário, uso de forrajeiras melhoradas, que são objetos de estudo da pecuária intensiva, podem conciliar o uso dessa atividade econômica rentável a um desenvolvimento sustentável – assegurando o atendimento das necessidades da população, sem comprometer gerações futuras.

*Por Juliana Carani e Raphael Borges, Biólogos graduados na Universidade Federal de Brasília
 
Contato: juliana.carani@gmail.com
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