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Sono sem barulho: 10 dicas de especialista para evitar o ronco e apnéia

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Cerca de 50% dos casais brasileiros sofrem com o ronco dos parceiros e as apneias (interrupção da respiração durante o sono). Diversos fatores podem influenciar, dentre eles: a obesidade, o envelhecimento e o estilo de vida. As pessoas com esses distúrbios têm maior probabilidade de desenvolver doenças do coração como arritmias, pressão alta e infarto.

As orientações a seguir consistem de algumas medidas práticas que são utilizadas para modificar hábitos inadequados com relação à saúde e melhorar a qualidade de vida das pessoas com problemas de distúrbios do sono. Confira:

1. Emagreça. O acúmulo de gordura na região do pescoço, tórax e abdômen aumentam as chances de roncar e ter apneias porque estrangulam a passagem do ar nas vias aéreas e dificultam a respiração;

2. Reeducação alimentar associado aos exercícios físicos são fortes aliados para combater a obesidade. Porém, a atividade física deve ser evitada próximo ao horário de dormir.

3. Evite o consumo de bebidas alcoólicas perto da hora de dormir. O álcool provoca um relaxamento maior dos músculos da garganta o que aumenta a intensidade do ronco e a quantidade de eventos de apneia ao longo da noite;

4. Evite fumar, pois o cigarro provoca inflamação da úvula - "campainha" e dos tecidos da faringe, o que representa mais um fator que prejudica a passagem do ar na região da garganta;

5. Procure fazer refeições leves na hora do jantar. Evite dormir de estômago cheio, pois o desconforto abdominal obriga a pessoa a dormir em decúbito dorsal (barriga para cima). Nesta posição o ronco tende a ser mais intenso devido ao relaxamento da musculatura e à ação da gravidade que empurra a língua em direção a garganta e compromete a passagem do ar.

6. Colocar calços sob a cabeceira da cama para erguê-la cerca de 15 cm ameniza a ação da gravidade e o deslocamento da língua em direção a garganta.

7. Queixo pequeno e céu da boca profundo e estreito são fatores que comprometem a respiração durante o sono. Aparelhos bucais que projetam levemente o queixo para frente são capazes de prevenir o ronco, melhorar as apneias e a respiração durante o sono.

8. Devido ao envelhecimento, os músculos perdem a tonicidade e se tornam flácidos. Exercícios fonoaudiológicos são úteis para fortalecer a musculatura da garganta e evitar o ronco.

9. Cirurgias para desobstrução do nariz e correção de desvio de septo apresentam bons resultados.

10. Evite remédios para dormir sem ter prescrição médica. Alguns medicamentos como os benzodiazepínicos atuam no sistema nervoso central e podem agravar os roncos e as apneias.



RONCO E APNÉIA PODE GERAR ACIDENTES E IMPOTÊNCIA

Cerca de 40% da população brasileira sofre com alguns distúrbios que
interrompem o sono. 30% ronca e 4% sofre de apnéia. Considerando que a
população do Rio de Janeiro é de mais de 6 milhoes de pessoas, 180 mil
roncam e 24 mil sofrem de apneia. Devido aos distúrbios do sono os índices
de acidentes de trabalho aumentam em 7 ezes sendo que cerca de 30% desses
acidentes são pro causa da sonolência excessiva durante o dia. Pessoas cque
tem esses problemas tem 3 vezes mais chances de infartarem ou ter AVC
(derrame).


De acordo com a Associação Brasileira do Sono, 3 em cada 10 brasileiros
sofrem desse mal. O ronco é o primeiro sinal que o organismo emite para
alertar que existe alguma coisa errada com a respiração durante a noite. Se
não tratado ele pode evoluir para a chamada apneia do sono que é uma parada
respiratória que ocorre durante o sono e que está relacionada com sérios
problemas a saúde, como arritmias, pressão alta, infarto e derrame
cerebral. De acordo com os relatos de pessoas que sofrem de apneia a
sensação é terrível. Elas têm a impressão de que vão morrer por falta de ar
ou engasgadas. Ao longo do dia são sonolentas e mal humoradas devido à
péssima qualidade do sono.

Existem várias formas de tratamento, como o emagrecimento e higiene do
sono, uso de aparelhos bucais que avançam a mandíbula e impedem que a
língua obstrua a passagem do ar na garganta, e exercícios fonoaudiológicos
para fortalecer a musculatura da garganta. Aquele ronco que a princípio só
incomodava o silêncio no meio da noite, não deve ser encarado apenas como
um ruído que priva o direito de outras pessoas de dormir em paz

Geralmente, quando não dormimos bem ficamos irritados, sonolentos, com
dificuldade de concentra. Estudos da Associação Brasileira do Sono indicam
que os homens roncam muito mais que as mulheres. As parceiras quando chegam
ao limite da falta de sono, deixam de dormir ao lado do marido e muitas
vezes trocam a cama pelo sofá.

*O dentista Fausto Ito há 12 anos trata do problema com
aparelho bucal. Ele é membro da Associação Brasileira do Sono. Especialista
em Anatomia Aplicada da Cabeça - ICB/USP; Inventor do Aparelho ITO (INPI,
2000); Palestrante e Articulista com foco em Qualidade de Vida e Distúrbios
do Sono.

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