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Adestramento de Anim: Saiba por que tornou-se uma técnica positiva

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O adestramento de animais é uma técnica que remonta a tempos imemoráveis. Antigamente, a principal função do adestramento de animais era totalmente utilitária: cavalos usados para puxar o arado, combater nas guerras; cães usados para caça ou proteção, aves, suínos e ovinos criados para alimentação.

Depois os animais passaram a ser usados em espetáculos e circos. As técnicas usadas para treinar eram aprendidas na tentativa ou erro, ou repassados pela tradição, como acontecia com os ciganos. A maioria dessas técnicas usava castigos físicos, extração de garras e dentes e até tortura para adestrar os animais.

Contudo, foi a evolução da psicologia experimental, especialmente os trabalhos de Thornidike e, posteriormente, de Skinner, que deram uma novo significado para o treinamento de animais. Foi Watson que fez a ponte de ligação das técnicas psicológicas descobertas em laboratório para o terreno do entretenimento e do treinamento dos animais domésticos.

O treino por Reforço Positivo revolucionou as técnicas de adestramento. Todos sabemos que seria bem arriscado para um treinador punir uma baleia de seis toneladas e ficar vivo para contar a história. Com as técnicas de reforçamento positivo a punição tornou-se coisa do passado.

O treinamento de cães com o uso do Clicker é um exemplo do treino por reforçamento positivo. Atualmente, muitos adestradores de animais usam esta técnica, mas ainda é muito comum cometerem erros nos esquemas e nos padrões de reforço por desconhecimento das bases da psicologia experimental. Um exemplo de erro desta natureza é a prática de reforço contínuo dos animais, ou seja, o animal é recompesado continuamente sempre que realiza um comando. A utilização correta do esquema de reforçamento não só dispensa o reforço contínuo, como também fortalece o comportamento evitando a sua extinção. 

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