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Horóscopo e Astral: Como funciona a Astrologia e suas variações

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As várias astrologias

Além da que se chama hoje ocidental, são praticadas hoje no mundo todo outras formas de astrologia.


Na China, a astrologia é conhecida a partir de 2000 a.C. Diz a tradição que Buda, ao morrer, chamou os animais para se despedir e somente 12 vieram e estes são os anos da Astrologia Chinesa.

A Índia conheceu a astrologia da Mesopotâmia quando foi invadida, por volta de 1500 a.C.


Os Astecas usavam uma astrologia com 20 signos. Um padre espanhol, que acompanhou a tomada de Hernán Cortés, codificou a astrologia dos Astecas.
Há várias correntes recentes - dos séculos XIX e XX - na astrologia. A astrologia inglesa do século XIX teve forte influência da teosofia, como praticada por Alice Bailey. Alan Leo e Charles Carter são dois de seus expoentes, e dessa linha surgiu a Faculdade de Astrologia de Londres.

Depois dos estudos de astrologia e alquimia por Carl Gustav Jung, a astrologia psicológica tomou corpo em bases principalmente junguianas, embora exista uma astrologia transpessoal baseada no trabalho de Roberto Assagioli.

Mais recentemente há um renascimento da astrologia clássica, com grande número de obras da antigüidade e renascença sendo retraduzidas para o inglês, a partir de originais em árabe, grego e latim. Esse esforço visa retomar o conhecimento antigo, limpando-o de adendos exóticos que redundaram em concepções simplistas sobre, por exemplo, os quatro elementos.

Astrologia e ciência

A comunidade científica não considera a astrologia uma ciência, embora haja astrólogos que procurem dar respeitabilidade à sua actividade usando justificações científicas. Um grande número de astrólogos praticantes e de "filósofos da astrologia" a vê como uma arte baseada em conhecimento técnico, conhecimento tradicional e uma concepção sistêmica do universo.

Uma das idéias que são base da astrologia é que o posicionamento dos astros no momento do nascimento tem relação com seu caráter e portanto seu destino, mas não há consenso entre os astrólogos sobre como se processa esta relação: as várias correntes a atribuem a influência, campos eletromagnéticos ou semelhantes, ciclos, analogia ou sincronicidade.

Na busca do reconhecimento pela ciência oficial, o trabalho estatístico de Michel Gauquelin analisando exaustivamente a incidência de determinados planetas na área da carreira do mapa natal de personalidades de várias áreas de atuação é amplamente conhecido nos meios acadêmicos.

Teorias sobre o funcionamento da astrologia

Após a divisão da astronomia e a astrologia, sempre houve os que vêem a astrologia como pseudo-ciência que se utiliza de maneira mística dos conhecimentos de astronomia para tentar estabelecer relações entre o comportamento humano e as posições dos astros, tentando fazer previsões baseadas nesses dados.

Muitos astrólogos atuais pensam que os astros influenciam a personalidade ou caracterísiticas de pessoas ou eventos que ocorrem na Terra, mas muitos outros pensam que há outra relação, que não a de influência, como a sincronicidade da astrologia psicológica de base junguiana.
Buscando ser aceite como ciência, a astrologia procura preencher os dois critérios que a enquadrariam como tal:

    1.    Previsibilidade: passível de ser comprovada por observadores de outras disciplinas científicas.

    2.    Consistência: interna e externa, ou seja, no âmbito da filosofia das ciências.

A astrologia deverá demonstrar, portanto, que funciona, e explicar porque funciona.

Não há consenso sobre a forma como a astrologia supostamente funciona.

No curso da história, vemos o surgimento de explicações diferentes. Santo Alberto Magno pensava que, embora as estrelas não possam influenciar a alma humana, influenciam o corpo e a vontade humanos.

Heinrich Cornelius Agrippa von Nettesheim (1486-1535) via o universo como o Unus Mundus, onde o que ocorre no mundo celestial chega até o mundo dos fenômenos, intermediado pela esfera dos corpos celestes. Nesta concepção, a relação entre a esfera dos corpos celestes e a esfera humana não é de causalidade, mas de analogia ou sincronicidade.

Astrólogos de orientação biológica procuram a explicação nos ritmos e ciclos biológicos, como os circadianos e lunares. John Addey, astrólogo inglês, realizou vários levantamentos estatísticos em busca da comprovação de conceitos astrológicos, como o de quase mil nonagenários e a relação Sol-Saturno. Descobriu, assim, o significado das relações harmônicas entre períodos cósmicos.

Outra concepção é que a influência se dá através da variedade de raios cósmicos que chegam ao nosso planeta. Ebertin é um dos defensores desta hipótese.
Uma forma diferente de abordagem é a da sincronicidade, conceito expresso por C.G.Jung. Jung estudou grande número de mapas de nascimento de casais, e supôs que haveria relações interessantes entre os sóis e as luas dos cônjuges.
Astrologia e Espiritismo

Verifica-se por vezes uma ligação entre a Astrologia e o Espiritismo, principalmente entre os "espíritas videntes" que preveem por vários métodos, inclusive por mapas astrais. No entanto, há que diferenciar as práticas, visto que, para a Doutrina Espírita, conforme codificada por Allan Kardec, a Astrologia é considerada como o resquício de uma maneira supersticiosa de pensar, ainda atrelada a antigas concepções do mundo, e que não se encaixa na cosmologia espírita que acompanha as recentes descobertas astronômicas. Está claro que nenhum condena o outro, porém, não é legítimo confundir ou relacionar Astrologia com Espiritismo. Para verificar o que a Doutrina Espírita diz sobre a Astrologia, ver o livro A Gênese, de Kardec, no capítulo V ("Sistemas do Mundo"), em seus itens 11 a 13, em edições da Federação Espírita Brasileira.

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