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Cinzas de vulcão Chileno : Reaproveitadas para construção de casas populares

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Quem acompanha o noticiário com certeza ouviu falar sobre o vulcão Puyehue, no Chile, cujas cinzas se espalharam por todo o Cone sul, afetando muito o tráfego aéreo e o turismo na região. Cidades a mais de 100 quilômetros de distância foram afetadas pelas cinzas, inclusive San Carlos de Bariloche e Buenos Aires.

As cidades mais próximas do Puyehue ficaram tomadas pelas cinzas vulcânicas, o que ocasionou o fechamento de estradas, a poluição de reservatórios de água e a falta de energia elétrica. Uma das cidades mais afetadas foi Villa La Angostura, que fica na Argentina, a cerca de 40 quilômetros do vulcão.

Mas ao invés de chorar sobre as cinzas derramadas, os moradores dessa cidade partiram para uma ação sustentável: usar as cinzas para fabricar blocos de construção!

Com o apoio do governo local, os blocos já estão sendo produzidos, usando a força de trabalho dos moradores que estavam desempregados e os equipamentos adquiridos pelo Ministério do Desenvolvimento Social.

Acrescentando um pouco de cimento às cinzas, podem ser fabricados blocos para paredes, bloquetes para piso e tubos para instalações hidráulicas. Com mais de cinco milhões de metros cúbicos de cinzas acumuladas nas ruas, matéria-prima é que não vai faltar por enquanto. A intenção é construir, num primeiro momento, moradias para a população de baixa renda. Em regime de cooperativa, espera-se empregar mais de 32 famílias diretamente na produção dos blocos.

Além da limpeza das ruas e da geração de empregos, espera-se com isso estimular o turismo na região, construindo hotéis e estações turísticas com o material. Na situação de calamidade que se encontra a cidade, essa ação conjunta com a natureza pode ser uma esperança para os moradores tão afetados pelo poderoso Puyehue.

FONTE: Coletivo Verde

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