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Astrologia da Alma: A ciência de todos os começos

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Marc Edmund Jones, considerado o decano dos astrólogos do seu tempo, definiu a Astrologia como a ciência de todos os começos. Com efeito, a Astrologia assenta o seu estudo na carta celeste de um dado início, isto é, no horóscopo erigido para o lugar e o momento de um acontecimento inicial que, à maneira da semente, simboliza uma síntese de experiências passadas e um potencial a atualizar no futuro. No que respeita à astrologia natal, esse acontecimento seminal é o nascimento de um ser humano, que surge neste mundo com uma missão específica, por muito insignificante que esta seja, de acordo com as necessidades coletivas e individuais do período da sua existência.
A Carta Natal é basicamente um mapa do sistema solar, visto do lugar de nascimento, projetado na Eclíptica que, para esse efeito, considera-se dividida em 12 partes que Signos do Zodíaco, a partir do Ponto Vernal - o ponto da Eclíptica onde se projeta a posição do Sol no início da Primavera.

A Carta ou Tema Natal corresponde a uma focalização no espaço e no tempo das energias coletivas que, ao estarem organizadas duma maneira específica, representam um conjunto de poderes e limitações que condicionam a vida do indivíduo durante a sua encarnação.
Como microcosmos, o ser humano, à semelhança do Macrocosmos, é uma unidade funcional constituída por partes, que concertadamente contribuem para o propósito universal. A orientação desse propósito é feita pela Lei do Carma, a lei da harmonia e do ritmo, que liga as partes do Todo num equilíbrio dinâmico, simbolizado pelos ciclos celestes.
A ciclicidade dos fenômenos, que caracterizam toda a manifestação cósmica, é a verdadeira essência do simbolismo astrológico. Essa condição está inclusivamente expressa na representação circular do próprio Mapa Natal, se atendermos à origem comum das palavras ciclo e círculo - do grego Kyklos.

O processo de desabrochamento da consciência individual, a partir da matriz coletiva, é também representado pelos ciclos celestes, que ligam as partes numa interação complexa dentro do Todo, simbolizado pelo céu total.

Assim, os ciclos menores aninham-se dentro dos ciclos maiores que os contêm, do mesmo modo que a pessoa individual pertence a uma família e a uma nação, num contexto cultural e civilizacional específico.
Para além do ciclo de 26.000 anos do Grande Ano Tropical ou Ciclo de Precessão dos Equinócios, que encerra 12 Eras Civilizacionais de cerca de 2.160 anos cada, existem ciclos de incontáveis durações, ao longo dos quais todos os reinos da natureza cumprem o seu Ciclo da Necessidade. Este é o período de peregrinação das unidades espirituais, desde uma consciência infra-mineral nos reinos elementais, tradicionalmente ligados aos gnomos, ondinas, silfos, salamandras e por aí fora, até à consciência supra-humana dos anjos, arcanjos, etc.

Para aquém, situam-se os ciclos mais familiares, de duração cada vez mais curta, que têm a ver com o desenvolvimento de grupos de indivíduos.
No que diz respeito à evolução humana, as eras astrológicas geram matrizes civilizacionais, que criam as condições energéticas para o cumprimento do carma inerente ao desabrochamento cíclico da consciência coletiva, através de veículos culturais condicionados pelo "Espírito do Tempos".

No que toca à individualização da consciência, o processo é longo, pois a pessoa tem dificuldade em emergir da massa e em especial do pensamento coletivo e do paradigma vigente, dado que está condicionada pelas energias cósmicas que moldam as mentalidades desse período da história. Isto prende-se também com o carma coletivo, que nos liga a uma determinada região do planeta, a condições políticas, sociais, econômicas, religiosas, culturais, etc., com as quais devemos interagir conscientemente, a fim de internamente os transcendermos, à medida que a intuição, ou o tutor interno, for estabelecendo uma linha de comunicação com a nossa consciência individual.

Estas condicionantes socio-políticas são simbolizadas por ciclos menores dentro das eras, nomeadamente os dos planetas lentos e particularmente os de Plutão, Netuno e Urano.

Estes ciclos, que representam a renovação de formas culturais, caracterizam gerações de indivíduos que nascem sob as mesmas influências, representadas pelos signos onde, durante anos, cada um desses planetas permanece. As gerações sucedem-se, cada uma com inclinações específicas, de acordo com a qualidade do momento do seu ingresso na vida do planeta.


Todos esses condicionamentos coletivos estão presentes no horóscopo individual em ligação com os signos e simultaneamente as reações pessoais estão representadas pelas casas, que descrevem as circunstâncias da vida desse indivíduo.

As casas são portanto campos da experiência individual, enquanto que os signos são símbolos da experiência coletiva.

Quanto aos planetas, por ocuparem simultaneamente os signos e as casas, representam princípios de ligação, funções da nossa psique, através das quais viabilizamos a experiência, isto é, o significado desta depende, em grande medida da configuração do sistema solar no instante do nascimento.

Assim, o conflito que muitas vezes surge da operação simultânea dos fatores coletivos e individuais pressupõe uma resposta criativa, que é sugerida pelo padrão planetário do instante de nascimento, isto é, pelo arranjo geométrico global do tema natal.

Marc Edmund Jones, considerado o decano dos astrólogos do seu tempo, definiu a Astrologia como a ciência de todos os começos. Com efeito, a Astrologia assenta o seu estudo na carta celeste de um dado início, isto é, no horóscopo erigido para o lugar e o momento de um acontecimento inicial que, à maneira da semente, simboliza uma síntese de experiências passadas e um potencial a atualizar no futuro. No que respeita à astrologia natal, esse acontecimento seminal é o nascimento de um ser humano, que surge neste mundo com uma missão específica, por muito insignificante que esta seja, de acordo com as necessidades coletivas e individuais do período da sua existência.

A Carta Natal é basicamente um mapa do sistema solar, visto do lugar de nascimento, projetado na Eclíptica que, para esse efeito, considera-se dividida em 12 partes que Signos do Zodíaco, a partir do Ponto Vernal - o ponto da Eclíptica onde se projeta a posição do Sol no início da Primavera.

A Carta ou Tema Natal corresponde a uma focalização no espaço e no tempo das energias coletivas que, ao estarem organizadas duma maneira específica, representam um conjunto de poderes e limitações que condicionam a vida do indivíduo durante a sua encarnação.

Como microcosmos, o ser humano, à semelhança do Macrocosmos, é uma unidade funcional constituída por partes, que concertadamente contribuem para o propósito universal. A orientação desse propósito é feita pela Lei do Carma, a lei da harmonia e do ritmo, que liga as partes do Todo num equilíbrio dinâmico, simbolizado pelos ciclos celestes.
A ciclicidade dos fenômenos, que caracterizam toda a manifestação cósmica, é a verdadeira essência do simbolismo astrológico. Essa condição está inclusivamente expressa na representação circular do próprio Mapa Natal, se atendermos à origem comum das palavras ciclo e círculo - do grego Kyklos.

O processo de desabrochamento da consciência individual, a partir da matriz coletiva, é também representado pelos ciclos celestes, que ligam as partes numa interação complexa dentro do Todo, simbolizado pelo céu total.


Assim, os ciclos menores aninham-se dentro dos ciclos maiores que os contêm, do mesmo modo que a pessoa individual pertence a uma família e a uma nação, num contexto cultural e civilizacional específico.
Para além do ciclo de 26.000 anos do Grande Ano Tropical ou Ciclo de Precessão dos Equinócios, que encerra 12 Eras Civilizacionais de cerca de 2.160 anos cada, existem ciclos de incontáveis durações, ao longo dos quais todos os reinos da natureza cumprem o seu Ciclo da Necessidade. Este é o período de peregrinação das unidades espirituais, desde uma consciência infra-mineral nos reinos elementais, tradicionalmente ligados aos gnomos, ondinas, silfos, salamandras e por aí fora, até à consciência supra-humana dos anjos, arcanjos, etc.

Para aquém, situam-se os ciclos mais familiares, de duração cada vez mais curta, que têm a ver com o desenvolvimento de grupos de indivíduos.
No que diz respeito à evolução humana, as eras astrológicas geram matrizes civilizacionais, que criam as condições energéticas para o cumprimento do carma inerente ao desabrochamento cíclico da consciência coletiva, através de veículos culturais condicionados pelo "Espírito do Tempos".

No que toca à individualização da consciência, o processo é longo, pois a pessoa tem dificuldade em emergir da massa e em especial do pensamento coletivo e do paradigma vigente, dado que está condicionada pelas energias cósmicas que moldam as mentalidades desse período da história. Isto prende-se também com o carma coletivo, que nos liga a uma determinada região do planeta, a condições políticas, sociais, econômicas, religiosas, culturais, etc., com as quais devemos interagir conscientemente, a fim de internamente os transcendermos, à medida que a intuição, ou o tutor interno, for estabelecendo uma linha de comunicação com a nossa consciência individual.

Estas condicionantes socio-políticas são simbolizadas por ciclos menores dentro das eras, nomeadamente os dos planetas lentos e particularmente os de Plutão, Netuno e Urano.

Estes ciclos, que representam a renovação de formas culturais, caracterizam gerações de indivíduos que nascem sob as mesmas influências, representadas pelos signos onde, durante anos, cada um desses planetas permanece. As gerações sucedem-se, cada uma com inclinações específicas, de acordo com a qualidade do momento do seu ingresso na vida do planeta.

Todos esses condicionamentos coletivos estão presentes no horóscopo individual em ligação com os signos e simultaneamente as reações pessoais estão representadas pelas casas, que descrevem as circunstâncias da vida desse indivíduo.

As casas são portanto campos da experiência individual, enquanto que os signos são símbolos da experiência coletiva.

Quanto aos planetas, por ocuparem simultaneamente os signos e as casas, representam princípios de ligação, funções da nossa psique, através das quais viabilizamos a experiência, isto é, o significado desta depende, em grande medida da configuração do sistema solar no instante do nascimento.

Assim, o conflito que muitas vezes surge da operação simultânea dos fatores coletivos e individuais pressupõe uma resposta criativa, que é sugerida pelo padrão planetário do instante de nascimento, isto é, pelo arranjo geométrico global do tema natal.

(artigo original de José Luís Santos, Astrólogo Português)

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