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Mudança climática: Brasileiros estão mais preocupados

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Sessenta por cento da população consideram o aquecimento global muito grave, informa pesquisa divulgada pela CNI durante a COP-16

Cancún, México (7/12/2010) – O brasileiro está mais preocupado com o aquecimento global. É o que mostra a pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Meio Ambiente, feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo Ibope, divulgada nesta terça-feira, 7 de dezembro, durante a 16ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP16), em Cancún, no México. Na pesquisa deste ano, 60% disseram que o aquecimento global é muito grave, ante 47% no levantamento do ano passado.

O aquecimento global foi considerado grave por 43% dos entrevistados neste ano. Na pesquisa de 2009, esse número era de 30%. Ou seja, 90% dos brasileiros acreditam que o aquecimento global é grave ou muito grave. O número é superior aos 80% registrados no ano passado. Cinco por cento disseram que o aquecimento global é pouco grave. Outros 2% disseram que o fenômeno não é nada grave.

De acordo com a pesquisa, 78% dos entrevistados afirmam que a mudança do clima se deve a ações do homem. Outros 11% acreditam ser um processo natural e 11% não souberam responder. Mas não há consenso sobre os responsáveis pelo aquecimento global. Para 26% dos entrevistados, o maior responsável são os cidadãos. Para 25%, é a indústria e, para 23%, todos são responsáveis.

Em pergunta em que uma lista de temas foi apresentada para resposta, o aquecimento global é o assunto que mais preocupa o brasileiro, com 27% de primeira menção e 41% quando se soma também a segunda resposta.

O aquecimento global ultrapassou o desmatamento da Amazônia como primeira preocupação do brasileiro (na pesquisa do ano passado, esse era o principal temor do brasileiro na área ambiental). O desmatamento da Amazônia teve 24% das primeiras respostas e 47% quando se contam a primeira e a segunda respostas.

O brasileiro também se mostrou preocupado com o que acontece nas cidades. O tratamento de água e esgoto e a poluição do ar foram apontados pelos entrevistados como a terceira e a quarta questões mais preocupantes. Tratamento da água e de esgoto teve 18% de respostas de primeira opção e 37% na soma de primeira e segunda opções. Poluição do ar recebeu, respectivamente, 13% e 28%.

Cerca de metade dos entrevistados (46%) acreditam que crescimento econômico e proteção ambiental não são inconciliáveis. Pouco menos de um terço dos pesquisados defendem uma proteção ambiental mais forte do que a que existe hoje, enquanto que 11% avaliam que é preciso dar mais atenção ao crescimento econômico (13% não responderam ou não souberam responder).

A maioria dos brasileiros aceitaria pagar mais por produtos ecologicamente corretos, mas somente 11% deles dão preferências a esses produtos. Pouco mais da metade (51%) dos entrevistados disseram que pagariam mais pelos produtos ecologicamente corretos, enquanto que 19% não estariam dispostos a isso e 18% disseram que depende do quanto mais caro seria. Os demais 13% não souberam responder.

Para a maior parte das pessoas, as iniciativas em prol da preservação do meio ambiente aumentaram nos últimos anos. Essa foi a resposta escolhida por 40% das pessoas. Outros 32% dos entrevistados responderam que as iniciativas se estabilizaram e 17% informaram que viram piorar essas iniciativas.

A pesquisa CNI/Ibope foi feita entre 25 e 27 de setembro, com 3010 entrevistados em 191 municípios de todo o país. A margem de erro é de 2% e o grau de confiança de 95%.

Fonte: Sistema Indústria (CNI /Sesi /Senai/ IEL)

Foto-destaque canal: xedos4/FreeDigitalPhotos.net


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