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Doe sangue: Adote este hábito e salve vidas

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Da Redação Bemzen

Doações regulares são fundamentais para garantir os estoques nos serviços de hemoterapia e bancos de sangue no País

Nesta quinta-feira, 25 de novembro, data em que o Brasil celebra o Dia Nacional do Doador de Sangue, a Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH) chama a atenção para a necessidade de alcançar a média de 3% a 5% de doadores indicada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Hoje, 1,9% da população faz parte deste grupo, tendo 40% deles doado sangue ao menos duas vezes nos últimos cinco anos.

O hematologista e diretor de comunicação da ABHH, Dr. João Carlos P. Saraiva, explica que as doações eventuais para reposição do estoque são importantes, mas as campanhas de doação têm centrado esforços para aumentar o número de doadores de repetição, ou seja, regulares. “A fidelização traz benefícios como menor risco de transmissão de doenças e custo menor a Saúde. Doar sangue é fundamental para aqueles pacientes atendidos em emergências com grande perda sanguínea, que sofrem de doenças hematológicas ou que serão transplantados, ressalta o especialista. 

No início deste mês, durante o Hemo 2010, maior encontro de especialistas em doenças do sangue da América Latina, foi realizado o 14º Simpósio Nacional de Captação de Doadores de Sangue. Na ocasião, hematologistas e representantes do Ministério da Saúde discutiram e traçaram um panorama da captação de doadores de sangue no Brasil, sendo destaque as dificuldades geográficas e o uso das mídias sociais como ferramenta no processo de captação.

Outra medida discutida no Hemo 2010 foi a proposta pelo MS em junho deste ano como parte da mudança das políticas do sangue e hemoderivados no País, para ampliação da idade mínima de doação de 18 para 16 anos, desde que autorizados pelos pais e, no caso dos idosos, a faixa de doação passaria para 68 anos. Atualmente é de 65. Com isso, o governo federal espera aumentar para 13,9 milhões o número de doadores.

De acordo com Saraiva, nos Estados Unidos e Europa, estes padrões de doação já estão em vigor. O hematologista ressalta que ampliação dos limites de idade para doação de sangue segue a própria tendência da sociedade em mudar os conceitos de adulto e de idoso, com o aumento da expectativa de vida da população. “No caso do cidadão de 16 anos, que inclusive pode votar, seria possível manifestar também a sua intenção em praticar um ato de solidariedade, servindo como um processo educativo para o futuro. Assim, a medida trará um aumento da quantidade de sangue coletado para o atendimento às solicitações de transfusão”, pondera.

Requisitos atuais para doação de sangue

•    Estar em boas condições de saúde;
•    Ter entre 18 e 65 e peso igual ou superior a 50 quilos;
•    Evitar fazer alimentação pesada antes da doação, mas não deixar de ir alimentado;
•    Homens podem doar a cada 60 dias e mulheres a cada 90 dias;
•    Apresentar documento com foto (carteira de identidade).

Impedimentos

•    Gripe ou febre;
•    Gravidez ou amamentação;
•    Cirurgia de grande porte há menos de 1 ano;
•    Ter comportamento de risco em relação à AIDS;
•    Tatuagem e/ou piercing a menos de seis meses
•     Ter tido hepatite após os 10 anos de idade.

Quais o mitos mais comuns em relação a doação de sangue?

Mitos
•    Quem doa sangue uma vez tem que continuar doando sempre;
•    A doação “engrossa” o sangue, entupindo as veias ou “afinar”, “virar água”, provocando anemia;
•    Doar sangue engorda, emagrece ou vicia;
•    Mulheres menstruadas não podem doar sangue.
 
Verdades
•    Doar sangue não enfraquece o organismo;
•    Quando o sangue coletado apresentar problema, o doador é convidado a refazer os exames;
•    Se o parto for normal a mulher pode voltar a doar depois de três meses e se for cesariana, depois de seis meses.

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