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Dia Internacional do Idoso: Prevenção e cuidados com a saúde dos idosos

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Médico de Família e Comunidade alerta para necessidade de prevenção e cuidados com a saúde dos idosos

 Nesta sexta-feira (1/10) é comemorado o Dia Internacional da Terceira Idade. De acordo com relatório preliminar do Censo 2010, divulgado no início desta semana, há uma inversão na pirâmide etária brasileira, em que esta população é a maioria. Só em 2009, os idosos somavam um contingente de 19 milhões de habitantes. Este aumento se reflete nas despesas com saúde. Só no último ano foram gastos quase R$ 81 milhões com fraturas pelo atendimento no SUS, conforme informações do Ministério da Saúde.

Segundo o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), Dr. Gustavo Gusso, o tratamento com este público deve ser diferenciado, preventivo e, com uma visão integrada de doença e hábitos de vida. Gusso atribui a causa das quedas às limitações inerentes à idade como redução da visão, audição, reflexo e movimentação, ao uso incorreto de medicamentos, entre outros fatores.  

“Prevenção é a palavra chave. Para isso, é necessário adaptar o ambiente em que ele vive para evitar acidentes domésticos e estar atento as doenças predominantes. Dizem que o idoso é como se fosse uma criança, e não é. Temos que respeitar o seu histórico de vida, eles perdem o humor facilmente, não gostam de ser contrariados e o fato de não terem mais autonomia para decidirem sua vida influencia”, explica Gusso.

O médico de família e comunidade integra o atendimento com a família, orientando e oferecendo maior segurança em todos os sentidos, apoio psicológico, análise dos hábitos, além da orientação de medicamentos, dieta e exercícios. “Hoje temos mais idosos na faixa de 80 anos com independência e autonomia. Estão no mercado de trabalho, se alimentam melhor, se divertem, não são mais excluídos da sociedade. Somos lembrados por muitos como os ‘médicos de cabeceira’, por criarmos vínculos com cada paciente. Isso nos torna referência quando a escolha é o melhor atendimento”, finaliza o presidente.

 Principais doenças

Entre as doenças mais comuns nessa população destacam-se as cardiovasculares (infarto, angina, insuficiência cardíaca, hipertensão, acidente vascular cerebral - AVC); câncer; depressão; pneumonia; bronquite crônica; infecção urinária; diabetes; doenças do aparelho circulatório (segundo o IBGE são responsáveis por 39,4% dos óbitos masculinos e 36,3% dos femininos entre os idosos); neurodegenerativas (mal de parkinson e mal de alzheimer não ocasionam morte, mas afetam na autonomia); dor crônica; osteosporose; e osteartrose (dores nas juntas de sustentação – joelho, tornozelo , coluna e mãos).

 

Os médicos de família e comunidade atendem nas Unidades de Saúde da Família, planos de saúde e consultórios de forma integral. As competências terapêuticas e preventivas são componentes destacados da especialidade não apenas no Brasil, mas em países como Portugal, Canadá, Inglaterra, Cuba e Holanda, onde o contato com esta especialidade virou prioridade.

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