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Linguagem corporal: Poder de comunicação no seu corpo

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Por Redação Bemzen

No momento em que o candidato entra na sala para uma entrevista de emprego, ele já emitiu diversos sinais que podem favorecê-lo ou prejudicá-lo na contratação. O vestuário, a postura, o cumprimento, o contato visual, os gestos. Tudo será avaliado meticulosamente pelo entrevistador. Portanto, a compreensão da linguagem corporal é uma arma poderosa, tanto para o entrevistado quanto para o entrevistador. Também nas relações pessoais a linguagem corporal é importante. Flertar e paquerar são etapas iniciais nas quais as pessoas têm condições de avaliar e testar os pretendentes nas mais diversas situações. Comportamentos como baixar o olhar, sorrir, hesitar em olhar e tocar o próprio rosto demonstram o interesse pelo parceiro.


Para Paulo Sérgio de Camargo, autor do livro Linguagem corporal - Técnicas para aprimorar relacionamentos pessoais e profissionais (Summus Editorial), conhecer e entender a linguagem corporal é a chave para aumentar a integração entre pessoas e grupos. Na obra ele explica as principais características dos diversos tipos de linguagem corporal, incluindo dicas fundamentais para aprimorar a interpretação de sinais e gestos que facilitam a comunicação nos relacionamentos interpessoais. "Todos os profissionais que trabalham diretamente com pessoas devem buscar competência na utilização dessa linguagem", afirma.

Partindo de sua experiência com treinamento e avaliação de recursos humanos, o autor apresenta um vasto conhecimento adquirido nos longos anos de convivência com pessoas de todos os tipos. Paulo Sérgio de Camargo apresenta algumas características da linguagem corporal presentes durante uma entrevista de emprego e na paquera.


Na paquera

Os sinais sexuais, por exemplo, Paulo Sérgio conta que eles englobam uma série de gestos, muitas vezes complexos, e nem sempre interpretados de maneira correta por quem os recebe. Revela ainda que as mulheres enviam mais sinais sexuais que os homens: cerca de 50 gestos e atitudes. Portanto, diz ele, no flerte, as possibilidades de sucesso estão sempre mais nas mãos das mulheres do que dos homens.

"É evidente que, conhecendo a linguagem corporal, fica mais fácil observar os sinais da paquera. O jogo da paquera é algo muito gratificante para os parceiros. Faz com que as pessoas se sintam bem, admiradas e desejadas. Por isso, quando estiver envolvido por ele, esqueça um pouco as teorias e jogue. Não se preocupe muito em saber antecipadamente aquilo que o outro sente e pensa. Em certos momentos, o melhor é relaxar e aproveitar.”

Camargo mostra também como detectar mentiras, um comportamento que, segundo ele, faz parte do ser humano. "Estima-se que, diariamente, escutamos cerca de duzentas mentiras dos mais variados tipos. Outros estudos mostram que mentimos a cada vinte minutos", complementa. Entre os sinais de mentira, o autor aponta gestos como piscar os olhos, tapar a boca e os ouvidos, tocar o nariz e afrouxar o colarinho, entre outros.

Na entrevista


Ao abordar a linguagem corporal na entrevista de emprego, o autor mostra que o processo funciona em mão dupla. "Se você for o entrevistado, deve utilizar todo conhecimento de linguagem corporal para convencer. Caso seja o entrevistador, procure reconhecer as mensagens que o candidato passa ou tenta passar, tanto consciente como inconscientemente", afirma.

Antes de iniciar a entrevista, é bom lembrar que, como no primeiro encontro de um jovem casal, o candidato tentará mostrar apenas as facetas de sua personalidade que considera ideais para a empresa. Trata-se de um processo instintivo e muitas vezes a pessoa agrega pequenos exageros às suas qualidades e pode até mentir com convicção. "Em minha experiência, frequentemente notei quando os candidatos citavam seus supostos defeitos dando-lhes roupagem de qualidade. Por exemplo: "sou muito exigente comigo mesmo nos prazos" ou "sou perfeccionista ao extremo".

Outro dado importante a ser avaliado durante todo o processo de entrevistas é o nervosismo do candidato. Trata-se de um fato natural. Muitas vezes o candidato está desempregado há tempo, portanto é normal que existam fortes níveis de tensão. Não raro, alguns se apresentam depressivos, angustiados e ansiosos. Avalie atentamente, pois mesmo nessas condições, e durante pequenos períodos de tempo, a pessoa pode passar a imagem de ativa, com energia e entusiasmo, quando na realidade, naquele momento, todas as suas forças foram reunidas para conseguir a vaga.

Ao entrevistado, cabe ainda se preocupar com alguns detalhes. As roupas, por exemplo, devem estar condizentes com o cargo desejado. Evite cores berrantes, decotes longos, sapatos de salto extremamente altos e saias curtas. Em relação à postura, o ideal é que seja o mais natural possível, com bom nível de controle, para demonstrar confiança.

"Não há outra oportunidade para se causar uma boa primeira impressão. Portanto, assim que entrar na sala, tente demonstrar confiança. Não abaixe a cabeça para demonstrar falsa humildade. Seu caminhar deve ser tranquilo. Evite parecer ansioso e vacilante. Mantenha a postura ereta, mas não erga o queixo, pois é sinal de arrogância", conclui Camargo.
 

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