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Yoga para relaxar: Para recuperar a harmonia da vida

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Toda vida é movimento e neste movimento encontramos etapas bem delineadas, muitas vezes sutis. Com um pouco de atenção percebemos estas etapas em toda a atividade vital: a contração (movimento centrípeto) e a dilatação (movimento centrífugo). Entre estes dois atos existe um momento de descanso ou repouso, fundamental para uma nova contração e outra dilatação.

A atividade e o repouso fazem parte de todo ato cósmico e no ser não é diferente. Um determina e é preparação para o outro, formando um ciclo completo e ininterrupto. Existem diferentes níveis vitais em toda a natureza e no ser também. Cada nível corresponde um ritmo diferente de atividade e descanso. Podemos salientar: sono e vigília, pensar e sentir, nutrição e evacuação, sístole e diástole, inspiração e expiração, etc. Sempre há algo em movimento, enquanto outras coisas estão em repouso. Existe um ritmo próprio do conjunto de níveis, considerando o ser como uma única unidade. O repouso absoluto não existe na natureza, embora faça parte do ritmo natural de toda a atividade vital. Sem o repouso toda atividade entraria em colapso.


A importância do relaxamento

O indivíduo em seu estado de obscuridade perdeu a capacidade de repousar, de relaxar. O ato do descanso, do repouso, do relaxamento em si de uma forma consciente, para muitos é algo impossível. Valorizam o repouso em virtude de colocar em marcha uma outra atividade e neste meio tempo verdadeiramente não repousam. A única ação que valorizam é a atividade voltada para o exterior de si mesmo. O indivíduo não percebe ou sente a grandeza de seu ser. Às vezes reflete, filosofa, mas não basta. É preciso vivenciar. O indivíduo devido a sua vivência consciêncial limitada, percebe uma pequena parte de suas atividades psicomentais e valoriza uma parte menor ainda. Não percebe a energia criadora dentro de si mesmo, de modo direto, em primeira mão.

Muitos ainda consideram o relaxamento somente como um descanso de sua atividade externa, outros vão mais longe em sua ignorância, o relaxamento passa a ser sinônimo de imaginação inútil, de divagação estéril, de moleza e inconsciência. Por não conseguirem relaxar, menosprezam o relaxamento. Na busca desenfreada de prazeres através do desejo de fazer mais e mais, perdem o ritmo do equilíbrio, da harmonia e da melodia divina que está no âmago de todo ser. Assim sofrem as conseqüências de não respeitar à lei da própria natureza de um de seus ciclos básicos, contraem toda sorte de infortúnios físicos, psíquicos e mentais.


É uma certeza adquirida pela psicobiologia que toda tensão emocional
traduz-se numa contração muscular. E que toda representação psíquica
conservada dentro da mente, expressa-se em forma orgânica numa contração
muscular permanente, com a correspondente alteração das diversas funções
fisiológicas: respiração, digestão, eliminação, coordenação motora, etc. Os conflitos psíquicos se expressam, assim, através do corpo, da mesma forma pela qual se expressam com freqüência através da mente, perturbando seu funcionamento normal. É claro que tudo isso gera desequilíbrios (doenças)físicos, emocionais e mentais.

Para restabelecer este equilíbrio psicofisiológico é necessário que se
aprenda a relaxar conscientemente, técnica que o Hatha Yoga emprega e
desenvolve em todas as suas práticas e um dos elementos fundamentais dos
asanas, além da respiração e da atitude mental adequada.

Marcio Ramos é professor de Yoga
E-mail: ubatubayoga@ieg.com.br

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