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Animais de estimação: Risco ou benefício às crianças?

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Cães e gatos, principalmente os mais dóceis, são ótimas companhias para as crianças, que além de despenderem energia com o amiguinho, ainda assumem responsabilidades no seu trato. Mas a chegada de um bebê ou o convívio entre pets e crianças pequenas requer alguns cuidados
 
Para os adultos, os benefícios do convívio com animais de companhia são evidentes. Quando, porém, esses adultos são pais e mães, que já têm crianças pequenas ou aguardam a chegada de um bebê, ainda existe certa resistência em manter ou adquirir um pet para fazer parte da família. Em 2009, a pesquisa da Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional das Indústrias de Saúde Animal (Sindan) revelou que apenas 33% dos casais com filhos com idade até nove anos possuíam animais de estimação, dando base à preocupação dos pais em manter em um mesmo espaço crianças e animais domésticos.

Trabalhos terapêuticos que utilizam animais junto a crianças portadoras de deficiência têm auxiliado na recuperação e servido para desmistificar que pets poderiam trazer algum risco potencial à saúde dos pequenos. A médica veterinária da Vetnil, Isabella Vincoletto diz que o convívio de crianças com animais de estimação é muito saudável, pois além de estimular as habilidades motoras e a comunicação, reduz a ansiedade, acalma, auxilia na brincadeira e no gasto de energia e faz com que a criança, desde cedo, compreenda e assuma algumas responsabilidades.

O convívio saudável, no entanto, exige alguns cuidados, principalmente no que se refere à higiene e à limpeza da casa para evitar o acúmulo de pêlos de cães e gatos e à vacinação e vermifugação dos animais. “O pet deve ter um local específico para fazer suas necessidades, para evitar o contato das crianças com as fezes e a urina do animal. A escovação do pet previne a queda de pêlos, além de auxiliar na saúde da pele de cães e gatos. Aspirar tapetes e limpar o chão com pano úmido também ajuda na higienização do piso. Vermífugos destinados ao uso de animais adultos e filhotes, combatem os principais endoparasitas, como vermes, presentes no trato intestinal e produtos específicos devem ser utilizados para prevenir pulgas e carrapatos. Outro fator de extrema importância, alerta a Vincoletto, é a vacinação dos bichinhos, que deve estar sempre em dia.  
 
Segundo a veterinária, algumas raças têm temperamento muito dócil, como é o caso do Pastor Alemão, Labrador, Beagle, Boxer, Cocker Spaniel e o Staffbull. O gato Balinês e o Siamês também são muito fáceis de convívio. Isso, no entanto, não exclui outras raças de cães e gatos ou mesmo animais sem raça definida, que também podem ser ótimas companhias. Raças como Pincher e Poodle podem apresentar um “poder de posse” maior sobre seus donos, mas não há regra sem exceção, explica Vincoletto.
 
No caso do convívio entre animais e bebês, a médica veterinária dá algumas dicas para preparar o cão, principalmente adulto, a entender a chegada do novo membro da família. “A melhor maneira de acostumar um cão com a presença de um bebê em casa é realmente desde filhote. Mas se a família já tiver um cão adulto há truques para que o animal adulto se acostume com fraldas, mamadeiras, choros e novos cheiros. Desde o início da gravidez é importante mostrar ao cão esse mundo novo. Deixar que o pet cheire o carrinho, o berço e os brinquedos do bebê pode ajudar nesse processo de adaptação. Também é aconselhável enrolar uma boneca em um cobertor que o bebê irá usar e carregá-la perto do pet. Dependendo da rotina dos donos do animal de estimação, os pets podem passar o tempo todo perto do bebê, mas é importante nunca deixá-lo sozinho, por mais confiança que se tenha no animal”, enfatiza a veterinária.

Foto: Blog Monalisa de Pijamas
 

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Comentários

  • #1 Olivia Fontes
    03/09/2010 13:41

    Acredito na plena convivencia das crianças e dos animais, sendo respeitando o espaço de cada um.

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