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Blog Bem Zen

Tá Sozinha? Descubra os motivos e afaste de vez a solidão!

Por Aline Leão
da Revista Astral

Se você já está cansada de ver todas as suas amigas namorando ou de assistir filmes com cenas românticas e se sentir mal por estar sozinha, é hora de rever suas atitudes e acabar de vez solidão.

Autoconfiança
Para conquistar um novo amor, aprenda a gostar mais de si mesma e valorize seus pontos positivos. Assim, você irá se sentir mais segura e confiante, pronta para chamar a atenção de alguém especial.

Supere o passado
Mesmo que já tenha sofrido uma grande decepção amorosa, por mais difícil que seja, é preciso virar a página e partir para outra. Por isso, tenha coragem de se entregar novamente ao amor, sem pensar se, no futuro, poderá ou não sofrer com uma nova desilusão.

Saia da rotina
Em vez de ficar em casa se lamentando por não ter alguém ao seu lado, procure sair mais e se divertir, mas risque de sua agenda os lugares que já está acostumada a frequentar. Faça programas diferentes e conheça novos lugares. Assim, as chances de conhecer outras pessoas serão maiores.

Preste atenção
Quando estiver em uma festa ou em um barzinho com as amigas, além de colocar a conversa em dia, aproveite para olhar bem ao seu redor, pois pode ser que algum gato chame a sua atenção. E lembre-se de que você pode encontrar o seu príncipe encantado em qualquer lugar, seja no trabalho ou em uma tarde no shopping. Então, fique atenta às oportunidades de paquera.

Sem preconceitos
É claro que a maioria das mulheres deseja encontrar um cara lindo, carinhoso e bem-humorado, mas nem sempre isso é fácil, pois, se você idealizar o seu homem e fizer mil exigências, poderá continuar sozinha por um bom tempo. Então, seja mais flexível e, logo, poderá se envolver com alguém bem interessante.

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Aprenda a lidar com o estresse com sete maneiras práticas e eficazes

Vale respirar fundo ou cantar uma música para solucionar o problema sem demora

por Manuela Pagan
do Minhs Vida

O estresse é um estímulo que surge com o objetivo de preparar o corpo para a luta ou para a fuga. Nossos antepassados certamente usaram essa descarga hormonal no sentido literal, mas, em meio à correria do século XXI, nós a usamos mesmo é para lutar contra o tempo e fugir das cobranças. Nessas ocasiões, as alterações agudas causadas por essa sensação ajudam a achar as melhores soluções, sempre no prazo certo.

Se as pendências se acumulam, entretanto, e você não consegue colocar a cabeça no travesseiro sem recordar de todos os compromissos não resolvidos, pode ser que o estresse tenha virado crônico. “A adrenalina, liberada em situações agudas, começa a dar lugar ao cortisol – hormônio que pode desencadear doenças, como a obesidade”, explica a endocrinologista Alessandra Rascovski, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Ioga, meditação, terapia e exercício físico são práticas que ajudam muito no controle do estresse, mas elas são praticamente impossíveis no meio do expediente, do trânsito ou da bagunça das crianças. Por isso, o Minha Vida conversou com os especialistas e listou algumas dicas para controlar os hormônios em até cinco minutos. Que tal encaixá-las na sua rotina?

Assista a um vídeo divertido

Os níveis dos hormônios cortisol e adrenalina (relacionados ao estresse) diminuem muito quando você dá umas boas risadas. Isso foi o que encontrou um estudo realizado pela Loma Linda University, nos Estados Unidos, que analisou a resposta hormonal dos participantes ao assistir um vídeo engraçado e constatou que os efeitos podem durar de 12 a 24 horas.

A endocrinologista Alessandra Rascovski lembra ainda que as risadas podem aumentar os níveis de endorfina – hormônio que combate o estresse. Por isso, aproveite as ferramentas que tiver na mão para dar aquela gargalhada. Vale entrar no Youtube e assistir a um clássico da comédia ou um bate-papo com um amigo divertido.

Tome um chá

Um estudo realizado pela University College London, na Inglaterra, descobriu que tomar chá preto pode ajudar a reduzir os níveis de cortisol em até 47%. Os pesquisadores dizem que os benefícios podem estar ligados a algumas substâncias, como os flavonoides, os polifenóis e os aminoácidos, presentes na bebida. Mas é bom não exagerar, já que cada 50 ml desse chá contêm 10 mg de cafeína. Segundo a IFIC (International Food Information Council), o ideal é consumir, no máximo, 300mg de cafeína por dia. Mas esse limite pode variar, já que cada pessoa tem um grau diferente de sensibilidade à cafeína.

Cante uma música ou recite um poema

Sabe aquela música que você gosta e dá aquela sensação de bem-estar? Ela também pode te ajudar nas horas de estresse. Alessandra explica que o cortisol está muito relacionado à resposta de cognição, ou seja, com o pensamento. Manter o foco longe das preocupações ajuda a reestabelecer os níveis normais de hormônio. Funciona como um mantra: acalma a mente e relaxa os músculos.

Coma um alimento doce e saudável

Você come chocolate na hora que o estresse aumenta crente de que vai melhorar? Cuidado! O chocolate realmente dá uma sensação de prazer, mas ela passa rapidinho. Isso porque os níveis de glicose que sobem ao comer esse alimento sofrem uma queda brusca logo depois. “A solução é comer um alimento que aumente a glicemia no sangue e a deixe constante, sem queda brusca, como uma fruta fresca ou desidratada”, aconselha Alessandra Rascovski.

Pressione os pontos certos

O estresse agrega uma série de emoções que a acupuntura ajuda a reequilibrar (ansiedade, preocupação, melancolia e até tristeza). Para facilitar, um estudo realizado pela Hong Kong Polytechnic University indica que somente apertar certos pontos – técnica chamada de acupressão – também ajuda a diminuir o estresse em até 39%.

O médico acupunturista Alexandre Yoshizumi, coordenador do ambulatório de acupuntura do Hospital do Servidor Público Estadual, dá a dica:

1. Massageie o espaço entre o indicador e o polegar em sentido horário pelo menos 15 vezes. “Esse é um ponto que age diretamente na cabeça e alivia as tensões”, explica.
2. Faça o mesmo com um ponto no tórax, exatamente entre os mamilos e sobre o esterno (ossinho que fica bem no meio do peito).Massagear esse ponto ajuda no fluxo de energia e acalma a respiração”, conta o acupunturista.

Respiração

A respiração é um dos principais aliados para lidar com o estresse. Respirar profundamente pelo menos 15 vezes, enchendo a barriga e deixando todo o ar sair dos pulmões, desacelera o coração e faz com que a ansiedade diminua. “É importante tentar se desligar do mundo ao redor enquanto faz essa respiração profunda – como se fosse em uma meditação”, explica Alexandre Yoshizumi.

Solte o verbo

Um estudo realizado pela University of East Anglia (Inglaterra) e publicado pelo Leadership & Organization Development Journal observou que funcionários que falam mais palavrão têm menores níveis de estresse em comparação com quem evita essas expressões. Além disso, esses trabalhadores são mais solidários com seus colegas e trabalham mais em equipe. Os pesquisadores recomendam: o ideal é achar o meio termo, já que xingamentos muito feios podem ser ofensivos e acabar com o clima do trabalho. Vá ao banheiro ou, então, espere até entrar no carro para proferir poucas e boas.

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Tudo passa. Mas as marcas ficam

*Sandra Rosenfeld

Tudo passa… é uma meia verdade. Na maioria das vezes, restam marcas. Algumas superficiais e outras profundas. Algumas totalmente cicatrizadas, outras apenas aparentemente cicatrizadas e, ainda, outras que jamais cicatrizam, estão sempre com um curativo. Há perdas dificílimas de serem cicatrizadas de fato.

Quando penso sobre isso, imagino o meu coração e, provavelmente, o de todos nós cheios de cicatrizes. Quanto mais idade mais cicatrizes, porém isso não quer dizer mais profundas ou dolorosas, até porque a dor emocional é muito pessoal, variando de pessoa para pessoa.

Mas, de qualquer forma, todos temos machucados totalmente cicatrizados, nos quais podemos tocar sem sentir dor, são apenas lembranças de acontecimentos em nossas vidas, cicatrizes que estão ali marcadas somente. E temos também aquelas que pensamos cicatrizadas e, para nossa surpresa, basta um toque leve, descuidado, no acaso, e se abrem e, às vezes, até sangram.

E o que fazemos numa hora dessa? Alguns choram aquela dor novamente; outros fogem através de qualquer coisa, seja uma música agitada, uma bebida, um telefonema, enfim, o que for necessário para não vivenciar de novo; e outros, não sei se a maioria, mas muitos de nós, respiramos fundo, olhamos aquele machucado, reconhecemos, respiramos mais fundo e seguimos a vida.

Mais do que tudo passa, eu diria que o tempo ameniza tudo. Algumas coisas realmente passam, olhamos para trás e nos surpreendemos como aquele fato ou aquela pessoa que teve tanta importância em determinado momento, hoje, é apenas uma lembrança distante, sem nenhuma emoção negativa, trazendo apenas um sentimento neutro. E isso é muito bom.
O ideal seria conseguir cicatrizar todos os nossos machucados, de forma que não nos incomodassem mais. Como algumas marcas físicas que, com o tempo, até somem. Mas o ideal, como sabemos, é inatingível. E até alguns machucados físicos incomodam em determinas épocas ou situações.

O que podemos, então, fazer para cicatrizar nossos machucados, nossas dores, nossas perdas, da melhor forma possível, para que não venham a incomodar mais ou para que realmente consigamos seguir em frente apesar deles?

Uma resposta que não é fácil, mas que me arrisco a dizer, é cuidar deles como fazemos com nossos machucados físicos, que quanto mais bem cuidados mais rápido ficam bons e menos vão nos incomodar ou até nos limitar no futuro.

Existem pessoas que se tornam limitadas devido a machucados emocionais, às vezes, por um período; e, outras, pela vida toda. Uma pena, porque, quer desejemos ou não, tudo isso faz parte da vida e somos bem-sucedidos na vida quando conseguimos nos adaptar ao novo e superar as dificuldades, dessa maneira, seguindo, de fato, em frente, o que significa vivendo a vida, deixando as coisas acontecerem, arriscando de novo e de novo e mais uma vez, sempre…
Fácil? Claro que não! Mas, a meu ver, é o caminho.

*Sandra Rosenfeld
Escritora, Terapeuta em Qualidade de Vida como Instrutora de Meditação, Executive e Personal Coach e Palestrante.
Autora dos livros: “Durma Bem e Acorde para a Vida” e “O que é Meditação”, Ed. Nova Era/Record.
contato@sandrarosenfeld.com.br

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Mulheres aumentam participação no mercado de trabalho

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Cuidado com ‘beijo na boca’, diz especialista

Cuidado com ‘beijo na boca’, diz especialista
Beijar emagrece, diminui estresse, ativa sistema imunológico, previne cáries e mau hálito, mas também pode transmitir doenças perigosas, como hepatite B e meningite, explica o doutor Arany Tunes, um dos maiores especialistas do mundo em mau hálito.
Mas se beijar é bom, trata-se também de um comportamento recheado de riscos, explica o cirurgião-dentista Arany Tunes, um dos maiores especialistas do mundo em mau hálito, que já tratou mais de 1.000 casos do tipo e hoje atende em clínicas de 11 cidades diferentes, em 3 estados, além do Distrito Federal: São Paulo, Campinas, Indaiatuba, Sorocaba, Jundiaí, Piracicaba, Santos, São Bernardo do Campo (todas no Estado de São Paulo), no Rio de Janeiro, na capital fluminense, em Goiânia (GO) e em Brasília (DF).
Segundo o doutor Arany Tunes, além da sensação agradável de afeto que proporciona, o beijo tem, claro, vários outros benefícios à saúde – mas também pode acarretar riscos!
Conheça os benefícios do beijo:
Segundo o doutor, beijar pode, por exemplo, ativar o sistema imunológico e induz à produção de anticorpos, melhorando a imunidade.
Pode ajudar a prevenir cáries e mau hálito, pois estimula a produção de saliva, que protege nossa boca.
Além disso, pode contribuir para a diminuição do estresse, devido à liberação, durante o ato de beijar, de endorfinas, os chamados “hormônios da felicidade”.
E como se não bastasse beijar “emagrece”: um beijo romântico rápido queima cerca de 3 calorias, enquanto beijar intensamente durante um minuto pode queimar cerca de 15 calorias.
Veja os riscos de beijar “sem segurança”:
Mas o doutor Arany Tunes também faz um alerta: feito de forma “irresponsável” e, digamos, sem os “mínimos cuidados”, beijar também pode trazer riscos à saúde.
Por exemplo, são várias as doenças que podem ser transmitidas por um simples beijo: hepatite B (que pode evoluir para o câncer de fígado), herpes (aquelas bolhas que aparecem nos lábios e depois viram feridas próximas à boca), candidíase (conhecida popularmente como “sapinho”) e até tuberculose e mononucleose – sem falar da gripe.
“Segundo um estudo do British Medical Journal, beijar várias pessoas no mesmo dia aumenta em até quatro vezes o risco de contrair meningite”, resume o doutor Arany Tunes.
Segundo o especialista, isso pode ocorrer porque apenas em uma única gota de saliva que se troca num beijo podem existir cerca de 2 bilhões de bactérias – inclusive bactérias que provocam a cárie.
É bom deixar claro que a AIDS geralmente não é transmitida pelo beijo. Somente pode ocorrer o contágio caso ocorra sangramento ou feridas bucais abertas. Esse risco é maior em portadores de piercing lingual, pois podem ocorrer sangramentos com mais facilidade.
“Apesar de milhões de bactérias serem trocadas durante o beijo, desde que os indivíduos estejam saudáveis, beijar é muito seguro! Senão estaríamos todos mortos”, brinca o doutor Arany Tunes, que detalha: cerca de 29 músculos faciais entram em ação durante o beijo, sendo que 17 são da língua. E o tato nos lábios é 200 vezes mais forte que nos dedos. Por isso beijar é tão intenso.
Veja a seguir algumas dicas do doutor Arany Tunes para um “beijo saudável”:
- mantenha em dia a saúde da boca: sangramentos da gengiva, boca seca, gosto amargo pode ser o alerta de doenças. Nesses casos, o melhor a fazer é procurar um bom dentista.
- mantenha uma boa higiene bucal, utilizando o fio dental e escovando bem os dentes após as refeições. Isso garante que você não passe resíduos alimentares para seu parceiro durante o beijo.
- cuidado com o mau hálito: pessoas com esse problema ou dificilmente conseguem beijar ou evitam beijar as pessoas – ou então “castigam” o companheiro ou companheira.
- o cigarro é um grande “vilão” do beijo, pois, invariavelmente, quem beija um fumante sente um gosto desagradável. O melhor é mesmo parar de fumar.
- herpes é uma doença muito comum e pode ser transmitida pelo beijo. Quem teve herpes bucal uma vez terá sempre. Quando você perceber que vai ficar com herpes (primeiro a pele fica “ardida” e depois saem umas bolhinhas), não beije ninguém até desaparecerem os sintomas.
- enxaguantes bucais e sprays podem ajudar antes de um “encontro”. Mas evite os produtos com álcool. E caso você tenha algum problema (como o mau hálito, por exemplo) é melhor procurar um especialista do que ficar disfarçando o problema.
- evite muitas balas e chicletes: eles podem provocar cáries e outros problemas bucais. Uma boca saudável não precisa disso. Basta cuidar da saúde bucal.
- se você usa aparelho ortodôntico fixo, cuidado ao beijar: o aparelho tem arestas que podem ferir a gengiva do seu parceiro ou enroscar no aparelho dele (caso ele também use).
Entenda o mau hálito:
Mais conhecido popularmente como “bafo” e cientificamente como “halitose”, o mau hálito é um problema de saúde pública mais freqüente e mais grave do que se imagina – principalmente na terceira idade.
Pesquisas recentes mostram que quase 70% das pessoas acima dos 65 anos têm o chamado “mau hálito”.
“A halitose não é uma doença, mas um importante ‘sinal’ que o nosso organismo emite para alertar que algo está errado. E esse ‘sinal’ deve ser investigado. O objetivo é descobrir a causa do mau hálito, que deve ser tratada, para eliminar assim todo o problema”, resumiu o doutor Arany Tunes.
E não são apenas os idosos que sofrem com o problema: estima-se que pelo menos 30% da população brasileira – cerca de 50 milhões de brasileiros – também tem mau hálito crônico.
Trata-se de um sério problema de saúde pública, mas ainda cercado de mitos, crenças e desinformação.
O cirurgião-dentista Arany Tunes explica que o mau hálito pode ter até 60 causas diferentes.
As causas do mau hálito – Segundo Arany Tunes, problemas como prisão de ventre, queda na produção de saliva, além de doenças nas gengivas são algumas das causas mais freqüentes de mau hálito.
Mas o problema também pode ser causado por doenças mais graves, como a leucemia, diabetes, câncer de estômago e a sífilis.
Segundo o doutor Arany Tunes, há atualmente uma série de tratamentos que podem eliminar o problema.
Mais informações: www.aranytunes.com.br
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