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Existe dieta ideal?: Especialistas tiram suas dúvidas

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Os mitos acerca de uma alimentação saudável e uma dieta equilibrada, sem exageros e escassez, deram o tom na primeira metade do encontro com especialistas na área

“Existem diversos mitos e segredos acerca do tema nutrição que será, com certeza, desvendado hoje”, foi com essa expectativa queAlfredo Halpern, médico endocrinologista, escolhido como curador do1º FÓRUM NACIONAL DE NUTRIÇÃO.

 

Para falar sobre “Alimentação saudável: mitos e verdades”,Alfredo Halpern, que também é consultor do programa Bem Estar, da Rede Globo, deu início ao primeiro painel da manhã. O médico alertou sobre o consumo excessivo de diversos alimentos e a consequência que essa prática traz. “Qualquer nutriente, com raras exceções, e uma dessas exceções é a gordura trans, se consumido em excesso faz mal. O ideal é consumir de maneira equilibrada”, explicou.

 

Segundo ele, existem paradoxos na saúde. O consumo de álcool, com destaque para o vinho tinto – uma taça para mulheres e duas para os homens -, pode ser positivo para o auxílio de doenças cardiovasculares, mas, por outro lado, se consumido em excesso pode causar cirrose, câncer e outras doenças. “O chocolate, por exemplo, é comporto de uma gordura boa, tem oxidante, mas se você comer dez barras certamente vai engodar e, consequentemente, vai te fazer mal, isso é obvio”, contou.

Halpern revelou ainda que as doenças, em boa parte, são preveníveis a partir de uma alimentação saudável. “Mesmo que os médicos estudem muito, não conseguimos saber de tudo, pois a ciência é mutável, por isso é importante se alimentar adequadamente e, assim, se antecipar na prevenção”, e completou, “é enorme a gama de produtos disponíveis nas prateleiras e isso, com certeza, auxilia na ingestão de alimentos saudáveis, que pode sim ser muito prazerosa”. Questionado sobre a ingestão de sódio, Alfredo Halpern afirmou que é mito quem diz que a ingestão de pouco sal é melhor, mas ao mesmo tempo foi enfático ao afirmar que o cardápio do brasileiro precisa de um “pé no freio”, condicionado o seu consumo a 1,5 gramas por dia “O sódio é um item demonizado, mas o seu consumo precisa ser adaptado de pessoa para pessoa”, disse.

 

Sobre os transgênicos, o especialista é totalmente a favor desta opção. Segundo ele, todos estão consumindo alimentos nesta categoria e nem sabem. “Não existe evidência cientifica de que essa opção é maléfica. Sou inteiramente a favor do aumento da cadeia de produção de alimentos desta ordem”, contou. Já, sobre os agrotóxicos, Halpern reforçou a opinião da maioria que compõe a classe médica. “Um produto puro, sem agrotóxicos, cultivado de forma natural é a melhor maneira de ser consumido”.

 

 

 

“Qual a dieta ideal?” foi o assunto do segundo painel, com a nutricionistaAna Maria Lottenberg. Ela contou que a dieta ideal é aquela indicada como parte da prevenção de um tratamento indicado por um profissional. Segundo ela, essa dieta deve promover qualidade de vida e bem estar aos indivíduos, ser agradável ao paladar, contemplar hábitos culturais e, o mais importante, ela precisa ser sustentável a longo prazo. Além disso, toda dieta deve contemplar equilíbrio entre caloria, gordura, açúcar e álcool, assim como suprir a necessidade dos nutrientes, fornecer um volume adequado de água, e sem dúvida indicar a quantidade adequada de fibras.

 

No Brasil, cerca de 16% da população é obesa. De acordo com a nutricionista, o arroz e o feijão são os grandes vilões que contribuem para este atual quadro brasileiro. Outro ponto de atenção é o aumento de produtos industrializados e refrigerantes derivados da cola, cada vez mais presentes na mesa da população, e a ausência no consumo de frutas. “Hoje, os brasileiros ingerem apenas uma fruta por dia quando o ideal seria de três a quatro unidade”, revelou.

 

 

Ana Maria apresentou um estudo da OMS - Organização Mundial de Saúde, onde a redução de 30% do teor de sódio e o aumento do consumo de frutas estão as metas estabelecidas pela agência especializada, até 2025. “Esse estudo reforça a importância de uma dieta adequada em minerais e vitaminas, além de estimular o consumo de lácteos, vegetais, grãos, carnes magras”, concluiu.

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