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Namoro versus Casamento: Diferenças astrológicas

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Por Titi Vidal *

É comum ouvirmos que namoro e casamento são coisas diferentes e até que algumas relações simplesmente mudam quando ambos se casam. Astrologicamente isso faz todo sentido. Apesar de Vênus também representar nossos relacionamentos afetivos, a Lua falar de nossos sentimentos e Marte ter a ver com nossa sexualidade, o mapa astral contém casas astrológicas específicas para namoro e casamento. São casas diferentes e, portanto, assuntos distintos.

A casa V fala de namoro. É a casa dos prazeres e das diversões. Mostra o perfil das relações afetivas e dos (as) namorados (as). A paixão está na Casa V, que mostra também como a relação tem início e como tende a se manter enquanto o namoro acontece. Conforme essa relação vai sendo construída e se torna mais séria, o caminho natural é o casamento ou pelo menos um contrato mais sério.

Hoje em dia por casamento não precisamos entender apenas aquele realizado na Igreja. Também não precisa ser realizado em um cartório. As pessoas simplesmente moram juntas, fazem um contrato de união estável, celebram de acordo com sua crença. O fato é que quando é feito esse acordo, seja ele formal ou não, está feito um pacto, há um compromisso e isso faz com que a relação passe a ser vista na casa VII.

A Casa VII tem a ver com as parcerias, os acordos e os contratos. Fala também do casamento. Se namoro e casamento fossem a mesma coisa, não estariam em casas diferentes em um mapa astrológico. Cada uma destas casas tem um determinado signo em sua cúspide (início da casa) que dá o tom do assunto e, portanto uma ideia geral sobre cada um deles. Cada um destes signos tem um planeta regente, que está em um determinado signo, em alguma casa astrológica e tem seus aspectos, representando a atitude das pessoas, tanto do dono do mapa em relação àqueles assuntos como dos seus namorados e parceiros. Dentro de cada uma destas casas também podemos encontrar planetas, que unidos ao signo da casa, seu regente e tudo que diz respeito a ele – signo, aspectos – mostram como é o namoro e o casamento. Isso significa que além de serem diferentes, um pode ser melhor que o outro.

Portanto, algumas pessoas com facilidade em seus namoros podem não se realizar plenamente com um casamento. Mas o contrário também é verdadeiro. Existem as pessoas que não vivem namoros tão especiais, mas que se realizam por completo quando se casam. O fato é que nem sempre o melhor amante de casa V é o melhor parceiro de casa VII e vice versa. A Astrologia pode nos ajudar a compreender melhor ambas as relações e inclusive apontar maneiras de vivermos bem as duas. Podemos, inclusive, viver ambas as relações com a mesma pessoa: é possível ter uma boa parceria com alguém com quem temos prazer e nos divertimos bastante. Mas para que possamos viver bem qualquer destas relações, temos que compreendê-las melhor.

Além disso, existe algo muito importante que a Astrologia nos ensina sobre essa diferença. Entre as Casa V e VII temos a Casa VI que fala justamente da rotina. É a rotina que constrói nossas relações, pois é no dia a dia que vamos estruturando o relacionamento e conhecendo a pessoa com quem convivemos. Mas é também a rotina a grande inimiga do casamento, já que se não for bem vivida pode ir minando aos poucos a relação. Isso significa que para se viver bem uma relação, em especial aquelas mais longas, mais sólidas e que envolvem algum tipo de contrato, cada assunto do dia a dia deve ser levado em consideração.

Entre esses assuntos de Casa VI encontramos: hábitos diários, higiene, alimentação, trabalho, relações profissionais, que incluem relação com o próprio trabalho, com colegas e funcionários, animais de estimação, saúde. Enfim, são todos assuntos que dizem respeito à rotina de cada um e que devem ser respeitados para que a relação seja mantida. Assim, o grande ensinamento é que o amor é como uma flor: precisa ser regado todos os dias, pois caso contrário pode ir murchando dia a dia, até que um dia, quando menos se espera, já não existe mais. Quando a flor é regada e bem cuidada, só faz desabrochar e aumentar. Com isso, ainda que a paixão inicial da Casa V não seja uma constante, a cumplicidade que se constrói e o amor que se fortalece fazem com que a tão sonhada felicidade no amor seja possível. E esse amor construído certamente tem o poder de reacender a paixão muitas vezes ao longo da vida.

(*) Titi Vidal (titividal@titividal.com.br) é Astróloga, Radiestesista e Taróloga.  Atende e ministra palestras e cursos nestas áreas. Desenvolveu a Mesa Astroradiônica, licenciada pela Astrobrasil. Titi também é vice-presidente da CNA - Central Nacional de Astrologia, colunista de sites e jornais, com matérias e entrevistas publicadas em revistas. Autora do CBA - Caderno Brasileiro de Astrologia, número 19: “Amor e Astrologia: em busca de relacionamentos melhores”. Já trabalhou como advogada especialista em Direito da Família e das Sucessões pelo CEU - Centro de Extensão Universitária. Faz pós-graduação em Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero. Siga-a no Twitter: @titividal.

 

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