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Ensinamento budista: Monge ensina meditação para viver plenamente!

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Muitos não sabem que estamos neste mundo para viver em harmonia, esquecendo-se de que morrerão em dia e que estão aqui de passagem. Para os que meditam sobre isso, não há divergências e a vida se torna mais branda.

A idade consome este frágil corpo, ninho de doenças e decrepitudes, que a decomposição por fim desagrega. Atrás da vida, esconde-se a morte. Nesta estrutura toda de ossos recobertos de carne e sangue habitam o orgulho, o ciúme, a hipocrisia, a decadência e a morte.
Curta é a vida do homem, limitada e rápida, cheia de penas e tormentas. É necessário compreender isto sabiamente, fazer boas ações e levar uma vida nobre e pura e sem prejudicar ninguém; ninguém escapa da morte.
"Esses filhos são meus, estas riquezas são minhas". Assim se atormenta o insensato. Verdadeiramente, nem nos pertencemos a nós mesmos, muito menos filhos e riquezas.

Quem nunca viu uma pessoa velha, sem dentes, cabelos raros e brancos, sem beleza; uma pessoa doente, fraca, sem energia, consumida pela dor e lamentos; um cadáver, rijo, frio, pálido, sem expressão. Nunca lhe ocorreu que ninguém está livre dessas coisas; da velhice, decadência e da morte?

A ilusão do "eu" é a fonte de todo o mal, injustiça e o sofrimento. É o princípio de todo o ódio, da corrupção, da calunia, da indecência, do roubo, da opressão e do derramamento de sangue. O "eu" é a morte; a Verdade é a vida. O apego ao "eu", ou à personalidade, é a morte contínua.


A vigilância é o caminho da imortalidade; a negligência é o caminho da morte. Os vigilantes não perecem; os negligentes já estão como mortos.

As ações

Não menospreze o mal, pensando: "Ele não recairá sobre mim". Assim como a água, gota a gota enche o pote, assim o néscio, pouco a pouco se deixa invadir pelo mal.

Não superestime o bem, pensando: "Nunca o atingirei". Assim como a água, gota à gota enche o pote, assim também o sábio, pouco a pouco torna-se uma fonte de bondade.

O ódio jamais é vencido pelo ódio. O ódio só se extingue com amor; esta é uma lei eterna.

O veneno não penetra na mão onde não há ferida, nem o mal atinge aquele que não o pratica.

Melhor do que mil palavras vãs, é uma simples palavra que dê paz a quem a ouve.

Mais vale um só dia vivido na virtude e na meditação que cem anos na ilusão do transitório, sem considerar que tudo surge para desaparecer.
Não há deus, nem poder e lugar algum neste mundo que possa nos livrar do resultado das nossas ações boas ou más.

Por mais poder, sucesso e realização que eu obtenha nesta vida, por mais que eu me viaje, proteja e me esconda, no final estarão me esperando um dos mensageiros do Caminho; a doença, a decadência e a morte.
Doce como o mel parece para o tolo a má ação enquanto imatura; porém quando ela amadurece, o sofrimento e a má sorte aparecem de surpresa, inexplicável, amargo como o fel.

A má ação não dá frutos imediatos, como o leite recém-derramado não azeda de imediato. Como o fogo escondido sob cinzas, um belo dia o mal irrompe sobre o insensato.

*Getúlio Taigen - Monge Budista Zen (Tel.:9684-7831- R.J.)
Extraído do texto de Alexandre Lira, da Sociedade Budista do Brasil

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