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Yoga: Os principais mitos desta filosofia oriental milenar

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"A Índia preocupa-se menos com exatidão histórica ou com fatos objetivos do que com mitos.
Inscrevendo-se, por definição, à margem de toda realidade material exterior, o mito oferece uma narrativa maravilhosa, um itinerário simbólico: seu poder libertador é proporcional à sua faculdade de adaptação, à sua capacidade de despertar ressonâncias profundas em homens e mulheres de épocas, culturas e sensibilidades completamente diferentes.

Ao contrário da 'verdade' dogmática ou histórica, a verdade do mito nada exclui e nada rejeita. Não pretende fornecer uma resposta completa ou definitiva, mas, antes, os segredos dinâmicos de um entendimento mais sutil e de interrogações essenciais: 'O que, em mim, assemelha-se a tal deus, monstro ou herói, a tal espaço mágico, encantado ou infernal?'
Desse modo o mito se torna fator de comunhão e de identidade enquanto o dogma, artigo de fé, mais separa do que une."
(A Sabedoria da Índia, de Patrick Ravignant, Ed. Martins Fontes)

Alguns mitos hindus são muito fortes, como o Brahman. Brahman é o Absoluto, sem forma, que a tudo contém e que não é contido por nada, primeiro sem segundo, origem e fim de toda a criação. O homem, por ter dificuldade em se relacionar com Ele, cria formas e aspectos para Ele.

Na verdade, todas as formas, todos os aspectos, todas as deidades são somente o Absoluto. Estes aspectos variam de nome e forma, de acordo com a época, a situação e a necessidade. A princípio as deidades eram as forças da natureza, depois tomaram forma total ou parcial de animais e mais tarde a forma humana.

O Rig Veda cita 33 deuses, dos quais destacam-se cinco:

Indra: o rei dos deuses, o governador do céu, representando o poder do raio, da energia.

Agni: o Fogo, considerado o mensageiro dos deuses. No ritual ele depura a oferenda e a leva em forma sutil a Deus. É a conexão entre homens e deuses. É também a luz para a mente ver e compreender a verdade.

Surya: o Sol. É dito que ele é a alma suprema dos Vedas e deve ser adorado por todos que desejam a liberação da ignorância.

Vayu: é o deus do Vento, do Ar e do Prana. Divide seu poder com Indra, o Senhor do Céu. É invisível, habitando em nossos corpos como os cinco ares vitais (Prana, Apana, Samana, Vyana e Udanai).

Varuna: uma das mais antigas deidades védicas, associado à Água, aos Rios e aos Oceanos. Seu poder é ilimitado, assim como seu conhecimento. Inspeciona todo o mundo, sendo o Senhor das leis morais.


No início, tudo era repouso e equilíbrio, só Brahman existia.

Houve então a primeira vibração, Om, o Som Primordial e a partir dele todo o universo foi criado.

A partir daí surge a trindade hindu, formada por Brahmá, Vishnu e Shiva, que correspondem às 3 gunas, às características de toda a criação.

Brahmá representa Rajas, o movimento, responsável pela criação.
Vishnu representa Sattva, o poder de existência, preservação e proteção.
Shiva representa Tamas, o poder de dissolução do universo.


e-mail para: alexandre.perlingeiro@tantrayoga.pro.br

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Comentários

  • #1 daniele
    04/05/2011 17:32

    gostei

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